Author Archive for André David

16
jul
09

É o fim da festa… Ou não?

Fala, meu povo!

Faz muuuuuuuuuuuuuuuito tempo que não escrevo aqui, e nem se se mereço ter leitores restantes, porém venho anunciar o Fim!

Bem, não é exatamente o fim, mas a festa vai continuar em outro lugar e sob outro formato.

Durante a maior parte do tempo em que não postei aqui, foi porque estava me dedicando à uma outra tarefa que me faz muito feliz, juntamente com o Conselho Jedi São Paulo. E é a partir desse trabalho que me proponho a criar um novo Blog, com um novo objetivo e uma perspectiva diferente da do Fim de Festa.

Agradeço à todos que me apoiaram durante a existência desse Blog, que muitas vezes me serviu de válvula de escape e de mesa de organização de idéias, mas para iniciar a nova tarefa, terei que me desvincular da antiga.

Mas, hey, não é um Adeus, não é um Até Logo. Simplesmente migrarei, como a vida migra, sem utilizar-me de etiquetas ou categorias pré-definidas.

Para quem quiser continuar me acompanhando, o novo trabalho é o FFM, que se destina aos amantes da arte de fazer Filmes Amadores (não no sentido porn, é claro).

Desse modo, que a Força Esteja com você, e… Até mais ver!

 

Ah… Eu só apagarei o fim de festa quando realmente não houver mais espaços no servidor. Desse modo, as pessoas poderão continuar se beneficiando com os textos e comentários aqui registrados.

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25
nov
08

A obrigação de opinar

Olá, caros e fiéis (ou não!) leitores!

Que droga de blogueiro sou eu, não? Formei uma equipe maravilhosa e nunca mais postei… Os textos que a Mary e o Sérgio fizeram me deixaram até desconcertado, e talvez seja por isso que não escrevo há tanto tempo.

Às vezes estou no ônibus, ou no carro, talvez até no banheiro e tenho uma pequena “sacada de fim de festa”, mas logo desaparece. Bom, na verdade não desaparece: eu sou quem destruo o pensamento por julgá-lo infame tendo em vista os grandes acontecimentos da atualidade. Aí, este autor que vos escreve tem a brilhante idéia de escrever sobre: “A crise econômica e seus reflexos na educação”, ou “A literatura de auto-ajuda e sua ineficácia de ajudar”, mas sou barrado por que não tenho opinião sobre esses assuntos! E quem faz isso sofre um grande preconceito!

Já reparou que quando estamos em uma roda de amigos, em uma festa, e alguém fala sobre um assunto desconhecido, somos compelidos a mentir, ou ao menos a manear a cabeça enquanto pensamos: “Do que diabos esse cara está falando?!”. De alguma forma nos sentimos obrigados a sempre ter uma opinião formada sobre qualquer assunto. SEMPRE. Futebol, amor, trabalho, família – enfim! – para tudo temos uma resposta pronta. Mesmo que seja vazia, do tipo: “Nesse caso eu considero que vai de cada um…” ou “Ou não! Vai depender da situação.”.

Isso me leva a pensar: “Como ou que força nos faz sentir obrigados a opinar?”. A resposta veio no mesmo dia, quando praticamente obriguei um colega a ter uma opinião sobre o humor inglês ou adotar as idéias que eu defendia. O que nos obriga a ter resposta para tudo é a sede de convencimento que temos. Queremos que os outros humanos tenham idéias que possamos subjugar ou que adotem aquilo que tomamos como verdade.

E isso não é de todo ruim. Afinal, não é isso que, no fundo, esse blog tenta fazer? Convencê-lo a pensar como nós?

É pessoal, isso leva-nos a uma grande crise de identidade. As minhas sugestões são que nos policiemos na hora de opinar. Aprendemos a ficar calados. Tentarmos nos desvencilhar desses “grilhões invisíveis de obrigação subconsciente” (tá vendo o negócio de querer se passar por inteligente?).

E acima de tudo, tomemos cuidado ao tentar convencer nossos pares de nossas crenças e paixões. Afinal, “aí vai de cada um”.

29
out
08

ATENÇÃO, novidades em breve!!!!!

Saudações, navegantes!

Em breve – muito breve mesmo viu! – o FimdeFesta passará a contar com uma EQUIPE de colunistas! Sim! Por incrível que pareça a idéia foi lançada e alguns malucos se propuseram a tirar a poeira do blog e mandar ver nos pensamentos de fim de festa.

Fiquem ligados, pois tudo isso deve ocorrer nessa semana.

13
set
08

LHC – Maluquices e pensamentos sonolentos

Meu Deus!

Faz tanto tempo que não blogo aqui que tive até que tirar as teias de aranha! Talvez seja hora de eu convocar outros autores e montar uma equipe…

Bom, hoje resolvi falar sobre algo extremamente profundo e… impessoal! É o LHC. (Cara, se você não sabe o que é o LHC, merece ser devorado por trutas mutantes! Mas vou dar uma colher de chá. Clique aqui para saber um pouco mais sobre isso.)

Esse tal experimento vem levantando muitas dúvidas, questões filosóficas e piadas. Tem a parte do medo, que consiste no surgimento de um buraco negro que sugaria toda a vida da Terra. Tem a parte do medo II, que consiste na ligação com outra dimensão (?) e surgimento de um novo universo. Tem a parte da esperança, que consiste na criação de um nano-universo que poderíamos observar como se fosse o nosso…

Como se fosse o nosso?!? Isso mesmo! Conversando com um excelente professor da faculdade, ele me jogou a seguinte dúvida: “E se o nosso universo não for ABSOLUTAMENTE infinito? Se ao nosso ponto de vista ele é gigante, porém do ponto de vista de nossos observadores(?) ele é apenas um nano-universo, como o que estamos tentando criar?”. Isso é uma questão antiga. Isaac Assimov já havia vislumbrado essa idéia em “Sonhos de Robô”, mas ainda sim é intrigante.

Imagine por alguns instantes que TUDO no nosso universo não passa de um experimento. Todos os outros planetas, galáxias, enfim, que estamos todos sendo observados por um microscópio gigante. Imagine ainda, que os seres que nos observam teriam uma vida “eterna” se comparada à nossa. Do mesmo jeito que as bactérias têm uma vida reduzida, do nosso ponto de vista.

Isso desvalorizaria todo o nosso aprendizado e evolução? Na minha opinião, não. Creio que as virtudes humanas teriam o mesmo valor. Me arrisco a dizer que seria essa evolução que nos faria, aos poucos, chegar ao nível dos nossos observadores.

A grande agulha que fica no nosso cérebro, ao menos no meu, é que essas teorias não podem ser totalmente comprovadas ou desmentidas. Simplesmente não há confirmação real. Só há uma escolha: seguir adiante ou jogar tudo pelo ar?

Teriam os micróbios criado blogs? Correios? Veículos? Terão nossos observadores? Será que nossas criações realmente importarão quando o “ciclo de vida útil” deste experimento tiver acabado?

No meu retorno à este blog, não trago respostas. Só as dúvidas. Se quiserem discutir, a parte de comentários está aí para isso.

17
jun
08

Perseguir um sonho

Hey leitores!
Tem uma idéia que sempre repito para todos, em plenos pulmões:”Amo minha profissão [professor], mas sou doido de vontade de fazer uma faculdade de cinema.”.
Depois de iniciar diversos roteiros e parar pela metade, estou conseguindo levar um projeto para frente. É o Nerd Reporter, para fazer cobertura de eventos do Conselho Jedi São Paulo.
O primeiro vídeo está aqui, e não tem nada de “Teorias de fim de festa”. É apenas para concluir meu raciocínio de cuidar da morte.

16
jun
08

Última semana

Como vão, amigos?

Desculpem-me pelo longo intervalo sem novidades, mas temos que gerenciar nossos compromissos, nossa agenda, nossa louca vida.

Por falar em agenda, essa noite tive um sonho que me fez pensar, pensar e pensar. Era o seguinte: Eu fui ao médico com a minha mãe e ele informou que eu só tinha 1 semana de vida, devido a um fungo (sim, não sou médico e o cara do sonho disse que era um fungo :P) que estava degenerando meu corpo. Se vocês tivessem apenas uma última semana de vida, o que fariam?

Eu fiz, mesmo que em sonho, uma coisa muito estranha: comecei a preparar todos com quem eu tinha obrigações para o dia em que eu morresse. Por exemplo, no trabalho avisei ao meu coordenador que ele precisaria encontrar um novo professor dentro de uma semana. Em casa, comecei a esvaziar o meu quarto e a conscientizar meus familiares. Enfim, eu não comecei nada novo, mas concluí o que já estava fazendo.

Pode parecer loucura, mas eu acho que foi uma boa. Acredito em reencarnação, mas acho que temos que finalizar os projetos que iniciamos. Para que começar um monte de coisas novas e deixar todas sem continuidade?

Imagine se você desencarnasse hoje, quanta falta você faria ao mundo? Mesmo que seja um grande depressivo com mania de inferioridade, numa análise mais detalhada vai notar que muita coisa ficaria sem andamento sem você.

E pensar nisso (morte) não é uma coisa negativa! Ela nos cerca a vida toda, desde que encarnamos até o momento do desenlace com a matéria. É uma possibilidade constante e freqüente. E por isso temos que aproveitar a oportunidade de concluir projetos enquanto dá tempo.

Não vou me estender demais, pois estou cuidando da minha morte. Cuide da sua também.

18
maio
08

Crianças

Mais do que nunca, estou rodeado de crianças!

Fora os meus aluninhos mais novos, tenho meu sobrinho Renato (2) e sua irmã recém-nascida Amanda, sem contar as sobrinhas gêmeas que vêm por aí!

E elas transmitem uma energia tão boa, não? É impressionante a injeção de ânimo que um sorriso infantil pode nos dar. E tenho, cada vez mais, pensado em meios de resgatar essa “habilidade especial”, uma vez que até o bixo papão… erh… digo, Michael Jackson já foi criança.

É aí que passamos a nos perguntar: o que é uma criança? Quais são os requisitos necessários para ser uma? Não poder ser só a idade, uma vez que já vi crianças de 7 anos mais descrentes que senhores de 70. A criação também não é, pois já vi os meninos de rua mais maltratados do mundo soltando sonoras gargalhadas ao se encontrarem com um palhaço de circo.

Hunf! Tá difícil encontrar a fórmula…

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