Os tempos mudam.
Nem sou tão velho e posso reparar isso. Na verdade, fico abismado com as mudanças diárias que ocorrem no comportamento universal…
Talvez por não querer estar sozinho em minhas teorias e críticas desesperadas que visam entender o que se passa, resolvi publicar, em busca de outros seres pensantes, o que eu chamo de “sacadas de fim de festa”.
Esse termo define aqueles raciocínios fantásticos que se tem quando, em uma festa, o corpo já está totalmente esgotado, mas a mente ainda trabalha. São nessas horas, livres de preconceito, que podemos expor um pouco de nossa verdadeira natureza. Da natureza humana.
Da natureza que não se conforma que tenham que existir programas de televisão destinados a “salvar” pais que não conseguem controlar os filhos. Que se desespera ao ouvir músicas que ostentam posses. Que não suporta o contentamento com a ignorância calada que se desenvolveu.
Não espero que os leitores(se houverem) concordem comigo. Só espero que eles reflitam e passem a ter idéias próprias.
Super, super legal mesmo!!!
Que atitudes e reflexões como essas sejam recorrentes nos novos seres do mundo novo…Ousemos pensar!! Viva o pensamento livre!!!
Abraços….
Caro amigo:
Fim de festa, de repente, nos lembra o fim do dever cumprido, algo que se tem de muito prazeiroso. Ao que nos parece, se é que me permite dizer, fim de festa pra você seria o sentido de observação, do tipo a onde errei ou mesmo há… isso nunca mais. Parabéns na verdade porque você tem como meta a pura observação empírica. Gostei e continua a nos mostrar como você observa a vida porque um pouca de cada pessoa é que faz um País.
Abraços